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domingo, 13 de setembro de 2015

Diretores da Policlínica Médica do Assú divulgam Carta Aberta.

Dr. Núbio Pinto de Medeiros - Um dos diretores da Policlínica do Assú
Diretores da Policlínica do Assú, os médicos Núbio Pinto, Gláucio Nóbrega e Edimar Montenegro assinam um manifesto que é direcionado à classe política do Vale do Açu, da região e de todo o RN. O documento trata da oferta para que a Policlínica seja absorvida pelo governo do estado, transformando-a em um Hospital da Mulher. A Carta Aberta dirige-se a prefeitos, vereadores, senadores, deputados, políticos, secretários de Saúde, médicos, enfermeiros e auxiliares de saúde das cidades de Assú, Ipanguaçu, Alto do Rodrigues, Pendências, Macau, Porto do Mangue, Carnaubais, Itajá, São Rafael, Santana do Matos, Angicos, Fernando Pedroza, Lajes, Afonso Bezerra, Paraú, Triunfo Potiguar e Campo Grande.

Seu conteúdo integral pode ser lido abaixo
Vimos por meio desta e pessoalmente, levar ao conhecimento de Vossas Senhorias, a proposta que fizemos ao secretário de Saúde do estado para transformar a Policlínica do Assú em um Hospital da Mulher. Como é do conhecimento dos senhores, a Policlínica do Assú, com mais de 35 anos atendendo aos pacientes que procuravam seus serviços de cirurgia, obstetrícia e clínica médica, parou de atender e se encontra fechada por não poder cumprir com o pagamento das despesas geradas e ao receber do SUS pelos serviços prestados por valores de uma tabela sem reajuste há mais de 10 anos. Lamentamos ter que transferir uma gestante de alto risco, ou um parto prematuro por não termos uma maternidade com UTI para as gestantes e os fetos quando necessitam. É lamentável a gente ver os hospitais de referência para estas pacientes superlotados, ficando as mesmas em macas e cadeiras nos corredores destas maternidades. Quando nasce um prematuro em nossas cidades, não conseguimos encaminhá-los para uma UTI nestas maternidades ou hospitais devido a inexistência de vagas. Na cidade de Mossoró, o governo do estado alugou o Hospital da Unimed, instituição privada como a Policlínica e transformou em Hospital da Mulher, com toda estrutura, equipamentos, UTIs, médicos obstetras, anestesistas, ultrassonografistas, neonatologistas, pediatras, enfermeiros, Banco de Sangue, etc. Porque não transformamos a Policlínica do Assú, que dispõe de mais de 30 leitos, dois centros cirúrgicos, duas salas de parto, em um Hospital da Mulher para servir às pacientes da nossa região? Vamos nos unir e pressionar o governo estadual para nos atender como foi feito em Mossoró. Se falta vontade política, creio que todos nós temos.
Fonte: Blog Pauta Aberta.

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